Mais um caso em escola Publica de Intolerância Religiosa acontece na Cidade do Rio de Janeiro, o fato aconteceu no Colegio Estadual Arnoldo Abruzzini da Fonseca , localizado na Estrada do Vasconcelos ,s/n em Sepetiba.
Segundo relato da Mãe da Vitima sua filha ( menor de 17 anos ) foi agredida fisicamente pelo motivo de sua religisiosidade , ou seja iniciada no Candomblé Fluminense Brasileiro.
Mãe relata que não é a primeira vez que sua filha passa por este tipo de situação , sempre foram agressões verbais , mas desta vez partiram para agressão fisica. Sua filha foi pega de surpresa por um grupo de meninas , quq atraves de socos, ponta-pés , puxada de cabelos , se jogaram no chão e foi um Deus nos acuda , com muita dificuldade a vitima conseguiu se defender , quando um outro grupo separou os agressores da vitima. A situação foi para na sala da Direção do Colegio Estadual , onde foram mostrado um grupo de whatsapp montado com a foto da vitma com vestimentas do candomblé , ridicularizando a vitima , menosprezando e com preconceito a sua religião , ou seja indicios da Intolerãncia Religiosa, além do bulling escolar.
O Caso foi levado imediatamente a 43@ Delegacia Policial localizada na Estrada do Piaí , também em Sepetiba , onde a vitma foi requisitada a fazer Corpo de delito , e o caso foi registrado através do Boletim de Ocorrência número 043.04515/2026.
Segundo a Mãe da vitima, a Direção do Colégio pouco fez para solucionar o problema e se mostrou em dá pouco importância a esta situação ja que ela estava ocupada com outros afazeres curriculares , e ainda disse que a filha (vitima ) estava no Colégio para ser educada, o que discordou imediato a mãe da vitima , dizendo que sua filha frequentava o Colégio para ser ensinada.
segundo a Mãe, o Grupo de Zap criado com a identificação " No Nosso Paiva não vai bater não " Paiva é o sobre nome da agressora , que fez o grupo com a foto da vitima em transe com seu orixá , que e fez com que viralizasse no Colégio , transformando a situação em Bullig Escolar , intolerância religiosa e preconceito.
A Familia busca por justiça e vai agaurdar as providencias da 43 @ Delegacia Policial e o Caso ja foi enviado para CCIR Comissão de Combate à Intolerância Relgiosa do Rio de Janeiro , a ciência da DECRADI- RJ e ao AGEN AFRO , todos vão acompanhar o desenrolo de mais um caso no Rio de Janeiro , que ocupar a Primeira colocação na federação em Casos de Intolerância Religiosa no País.
Não deixe de fazer sua denúncia procure a DECRADI e a CCIR -RJ , ao CEAP - RJ e ao AGEN AFRO , precisamos denunciar sempre



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